Diários de viagem: 2017

Eu gosto de registrar tudo (o que consigo) em cadernos, no papel, essas coisas. Já entendi que essa é a maneira pela qual eu processo e interajo melhor com o mundo ao meu redor: um punhado de palavras no papel, desenhos e releituras visuais.

Como traduzir visualmente experiências?

Já me acostumei com a ideia de que os registros sempre serão apenas uma pontinha do que realmente foi a experiência. Revisitar meus diários me transporta pra lugares diferentes e até outras Izadoras que já nem conheço mais. Ainda que não consiga recuperar todos os detalhes eu gosto de reviver essa nostalgia, gosto de como é encontrar um pedaço de mim por aí.

Nos meus diários eu misturo referências dos locais, passeios, registros das comidas (importantíssimo) e das companhias. São anotações e desenhos menos preocupados com qualidade e refinamento. É um espaço até mesmo de testar novos técnicas, escrever e arriscar um pouquinho mais.

Férias de 2017

Uma mesa de madeira com uma planta em cima e uma caderno aberto. Na página à esquerda há um delicado ramo de flor seca na página e na página à direita lê-se Férias: Abril 2017 a Maio 2017.
Páginas iniciais do caderninho de férias

Esse diário é relativamente recente: uma viagem de 2017 em que acompanhei minhas amigas em shows da Lucy Rose em Buenos Aires e São Paulo. No meio disso ainda visitamos Montevidéu.

Primeira página do diário de viagem. Iniciada o relato: 28 de abril, viagem ao Uruguai.
HORA DA AVENTURA
Relatos do segundo dia: 29 de abril. Chegada em Montevideo e passeios pela Rambla.
A Rambla é <3
Páginas seguintes do diário de viagem: 30 de abril, café com alfajor. Chivitos e milanesa: comida uruguais são demais. Também teve passeio pela Plaza Virgilio (e muitas picadas de mosquito) e o fim do dia com Gin Tônica no Demodé Bar.
Gin Tônica, passeios e mosquitinhos muito loucos.

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